Jovem morre após ser lançada sem corda de segurança em salto de rope jump no interior de São Paulo.

Henrique Gabriel Alves Benjamin

junho 14, 2026

Notícia sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, jovem de 21 anos que faleceu durante uma atividade de rope jump realizada na Ponte do Esqueleto, localizada entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior do estado de São Paulo. O caso ocorreu no sábado, dia 13, e ganhou ampla repercussão nacional e internacional após a divulgação de vídeos gravados por testemunhas que registraram o momento do acidente. As imagens mostram a jovem sendo conduzida por três funcionários da equipe responsável pelo salto até a plataforma da ponte. Segundos depois, ela é impulsionada para a queda sem que o principal equipamento de segurança estivesse conectado ao seu corpo. Logo após o salto, pessoas presentes percebem o erro e reagem com gritos de desespero ao notar que a corda de segurança não havia sido presa corretamente.

Segundo informações da Polícia Civil, Maria Eduarda caiu de uma altura aproximada de 40 metros. Equipes de resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas imediatamente, mas a morte da jovem foi constatada ainda no local devido à gravidade dos ferimentos. Durante a perícia realizada na estrutura utilizada para a atividade, foi identificado que a corda principal responsável por interromper a queda permaneceu enrolada sobre a plataforma, sem qualquer conexão com o equipamento utilizado pela vítima. Testemunhas relataram que os procedimentos de conferência obrigatória dos sistemas de segurança não foram executados antes da autorização para o salto.

Pessoas que aguardavam para participar da atividade afirmaram que a equipe deixou de realizar a verificação final que normalmente é feita para confirmar se todos os equipamentos estão corretamente ajustados e conectados. Um cliente que saltaria logo após Maria Eduarda declarou que percebeu a ausência da checagem de rotina apenas após o acidente. As investigações apontam para uma falha operacional grave e possível negligência por parte dos responsáveis pela condução da atividade. Três instrutores foram presos e prestaram depoimento às autoridades. Conforme informado pela delegada responsável pelo caso, os envolvidos demonstraram confusão ao serem questionados sobre quem era o encarregado de prender a corda de segurança e quem deveria realizar a inspeção final antes da execução do salto.

A tragédia provocou forte comoção nas redes sociais e foi repercutida por veículos de comunicação de diversos países. O caso também reacendeu discussões sobre a fiscalização de esportes radicais, protocolos de segurança em atividades de aventura, treinamento de equipes especializadas e responsabilidade civil e criminal dos organizadores. As autoridades continuam investigando as circunstâncias do acidente para determinar todas as responsabilidades envolvidas e verificar se houve descumprimento de normas técnicas e procedimentos obrigatórios de segurança que poderiam ter evitado a morte da jovem.

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